Reação do Estado Terrorista colombiano à Marcha Patriótica

Por Camilo Raigozo

Os sócios do crime organizado são os habituais: Governo, militares, polícia nacional, meios de comunicação, narcotraficantes, empresários nacionais e estrangeiros, pecuaristas, agricultores, políticos e proprietários de terras, entre outros.
O método de terror e extermínio utiliza matadores de aluguel de diferentes denominações tais como: Auto Defesas Unidas da Colômbia, paramilitares, banda criminais, Bacrim, Águias Negras e um cem número de denominações.
Também são utilizados comandos ou esquadrões secretos especializados, integrados por membros das forças de segurança do Estado.

A primeira vítima conhecida dessa desta nova fase do crime organizado, desse empreendimento criminosso é Herman Henry Diaz, dirigente camponês de Putumayo, desaparecido próximo de de Puerto Asi quarta-feira 18 de abril, quando organizava a assistência dos camponeses desta área para a participação na Marcha Patriótica marcada pára 21,22 e 23 de abril em Bogotá
A segunda vítima é Martha Cecilia Guevara Oyola, uma líder comunitária de San Vicente del Caguán, em Caquetá, desaparecida na sexta-feira, dia 20 de abril de 2012, na área urbana do município, quando se dirigia ao lançamento do movimento político Marcha Patrióctica, em Bogotá.
A terceira vítima foi Mao Enrique Rodriguez, baleado por “desconhecidos” na noite de sexta-feira, dia 27 de abril em Bogotá. Mao Henrique era um membro da equipe de segurança do Partido Comunista Colombiano, o PCC, registrado na Unidade Nacional de Proteção no Ministério do Interior. Atuou na segurança do diretor de Voz da Unidade, Carlos Lozano, que denunciou o crime com profunda tristeza em sua conta no Twitter.
Os três crimes citados não são casos isolados, nem se trata de uma simples coincidência. Esses crimes são o resultado de uma planejada estratégia criminosa de extermínio feita a partir do Estado.
O regime criminoso que padece na Colômbia quer exterminar o novo movimento político Marcha Patriótica, como foi feito com a União Patriótica, na déc de 90.

As estigmatizações, as acusações e os sinais do Presidente Santos, dos altos comandos militares e da Polícia, de colunistas e de alguns periodistas sênior, colunistas e jornalistas contra o movimento Marcha Patriótica têm três finalidades:

São ordens veladas de extermínio, que os exércitos de assassinos
pagos sabem entender, são justificativas para o genocídio,
ou são as duas coisas ao mesmo tempo.

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s